Evangelho segundo S. Mateus 11, 11-15
Santo do dia
Santa Luzia (Século IV)
Estou entre a multidão a quem te diriges. Desafias-me a compreender o que dizes.
Desconheço esse Elias de quem falas. Alguém ao meu lado segredou-me que para entender melhor o que Tu dizes, é bom que eu faça um estudo de uns livros que foram escritos antes de Ti: chamou-lhe as Escrituras. Disse-me que me traria o segundo livro dos Reis para me esclarecer.
Rute Júnior
Luzia,
Não deixes de ser luz,
Em toda a hora,
Que me leva a Jesus.
O meu coração implora
Esta graça:
Que por ti, ela se faça.
Não és tu a padroeira
Dos não-videntes,
A quem, por primeira,
Roubaram os olhos; mas sentes
Que não te roubaram a fé;
Na tua dor,
É força de Deus, dom interior.
E o martírio
Engrandece o teu coração,
Em notas de amor…
Vem ainda, dá-nos tua mão
E a mesma fé no Senhor.
Mesmo de olhos bem abertos,
Não estamos assim tão certos
De caminhar, como tu,
Rumo às fontes da vida.
Ensina-nos sempre a ver,
Quando, por caminhos sem saída,
Corremos o risco de esquecer
O verdadeiro caminho: Jesus!
És Luzia, dom de luz.
Teófilo Minga, fms
