Ouvir o Evangelho
DOMINGO XXXI DO TEMPO COMUM
COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS
Evangelho segundo S. Mateus 11, 25-30
Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
Outras leituras do dia: Job 19, 1. 23-27a; Sal 26, 1. 4. 7 e 8b e 9a. 13-14; 2 Cor 4, 14 – 5, 1
Nunca um Pai deseja que morram ou desapareçam os
seus filhos. A morte pode aparentemente roubá-los,
mas consiste apenas no trânsito jubiloso deles para o
coração e o regaço do Senhor que os criou. Eles foram
programados para viverem sem fim, ao lado de Quem
os acompanhou e amou sempre, nesta primeira parte
da vida. A morte é apenas a fronteira da passagem
deste reino precário para o reino novo e definitivo da
glória. Não interessa imaginar o que é o Céu e o que
lá faremos, na reunião de família. Deixemos esse trabalho
à imaginação de Deus, que é artista amoroso e
criativo, e nos vai reservar deliciosas surpresas, pela
eternidade fora.
«Palavra e Vida 2014» - O Evangelho comentado cada dia - uma iniciativa dos
Missionários Claretianos, ao serviço da evangelização.
Até quando afligireis minha alma?
Morrerei, mas vive o meu redentor;
Sei que Ele me dará a eterna palma,
O sofrimento nunca apagou o meu amor.
Na minha própria carne verei a Deus
Na plenitude radiante da sua luz;
Certeza verdadeira em todos os filhos seus,
O Espírito nos há de ressuscitar com Jesus.
Revelação da esperança da glória,
Que o homem interior renova já dia a dia,
Vivendo na sua carne a suprema vitória,
Que a morte é vencida, divina alegria.
Ensinamento revelado aos pequenos,
Mas que vivem em Deus e sua verdade.
Cansados e oprimidos estamos serenos:
O jugo de Deus é suave, eterna felicidade.
Teófilo Minga, fms